Mãostiqueiras
Mergulhe na história e na importância desses animais que desempenham um papel fundamental na nossa cultura e economia. Explore a classificação zoológica das ovelhas e sua anatomia única, aprendendo sobre sua domesticação ao longo dos séculos e as diversas raças que existem ao redor do mundo. Descubra os produtos derivados das ovelhas, desde alimentos até cosméticos que valorizam a lanolina, uma substância preciosa produzida por esses animais.
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- MÃOSTIQUEIRAS – UM NEGÓCIO SOCIAL Segundo o economista Muhammad Yunus, ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 2006, Negócios Sociais são empresas que têm a única missão de solucionar um problema social, são autossustentáveis financeiramente e não distribuem dividendos. Têm uma missão social, como uma ONG, mas geram receitas suficientes para cobrir seus custos, como um negócio tradicional. São empresas nas quais o investidor recupera seu investimento inicial, mas o lucro gerado é reinvestido na própria empresa para ampliação do impacto social. O sucesso do negócio não é medido pelo total de lucro gerado em determinado período, mas sim pelo seu impacto positivo na vida das pessoas e no meio ambiente. Mãostiqueiras nasce com a missão de solucionar o desperdício da lã na região da Mantiqueira, preservando a cultura dos métodos tradicionais de produção, sempre visando opções de processamento e tingimento com o menor impacto ambiental e o maior impacto social. Para isso, buscamos envolver mulheres da comunidade no processamento desta lã e no desenvolvimento de peças artesanais para venda, com o objetivo de gerar renda às artesãs e tornar a empresa um negócio financeiramente sustentável.
- Nossa História 1. A ideia da criação do Projeto Mãostiqueiras surgiu no dia 23 de maio de 2015, durante o 1º Woolfest (Festival da Lã) de Campos do Jordão. Juliana Müller Bastos atuava como artista têxtil, desenvolvendo peças em lã natural por meio da técnica da feltragem, e foi convidada a participar do evento com suas peças e uma apresentação sobre o ciclo da lã natural. 2. Após sua fala, algumas tricoteiras abordaram Juliana perguntando sobre onde conseguir lã natural, pois não encontravam mais a fibra natural para seus trabalhos artesanais. 3. Na sequência, um senhor se apresentou, era o Zezinho, criador de ovelhas da região, e contou que, desde a década de 1990, quando os sintéticos chineses dominaram o mercado têxtil, descartava a lã da tosquia de seus animais. Explicou ainda que em toda a região, os criadores desprezavam a lã e que matéria-prima não faltaria. 4. Surge a ideia de criação de um projeto de resgate e salvaguarda dos saberes e fazeres relacionados à lã natural, envolvendo o trabalho artesanal das mulheres nas atividades de transformação da lã bruta em fio, e o desenvolvimento de uma linha de produtos utilizando as técnicas artesanais de tecelagem. 5. Inicia-se a capacitação teórica e prática nas técnicas manuais de beneficiamento da lã junto às comunidades que ainda mantêm essas práticas artesanais, e uma ampla pesquisa na identificação de fornecedores para o desenvolvimento dos equipamentos necessários ao processamento da lã. 6. Em janeiro de 2016, Juliana convida Lika Araújo, jordanense experiente nas artes manuais e em projetos de capacitação, para ser a responsável pela capacitação das mulheres nas técnicas que serão utilizadas para o desenvolvimento de uma linha de produtos artesanais com lã natural. 7. Em fevereiro de 2016, Lika Araújo inicia a capacitação de 6 mulheres para o trabalho com a lã. Com encontros semanais em sua própria casa, essas mulheres recebiam treinamento e levavam materiais para desenvolver os novos conhecimentos em suas casas. 8. As peças produzidas foram expostas e vendidas na 2ª edição do Festival da Lã, em junho de 2016, marcando a estreia das Mãostiqueiras para o público. 9. Após o festival, com a certeza da aceitação do projeto, as oficinas semanais foram continuadas, e a venda das peças acontecia em feiras, bazares e por meio das redes sociais. 10. Entendendo a importância de um espaço para receber visitantes e expor todo o trabalho desenvolvido, em março de 2017 foi inaugurada a Casa Mãostiqueiras, no bairro da Vila Matilde, dando início ao trabalho de atendimento e demonstração das atividades ao público. 11. Com o aumento no número de artesãs e de visitantes diários, e da necessidade de ampliação do espaço físico de loja e ateliê, em 2019 a Casa Mãostiqueiras mudou-se para o Parque da Lagoinha, local que já abrigou uma grande criação de ovelhas.
PRÊMIOS E RECONHECIMENTOS
2016ProAc ICMS 2016
Projeto aprovado no ProAc ICMS e apoiado pelas empresas Pássaro Marron e Litorânea2018Certificado de Excelência TripAdvisor
2019Certificado de Excelência Tripadvisor
2019Soluções Inovadoras para o Desenvolvimento Sustentável
2020ProAc Editais - Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa
Produção de curta metragem - Conversa Fiada2020Lei Aldir Blanc
Apoio à espaços culturais2020Reconhecimento da Câmara Municipal de Campos do Jordão
2020Prêmio Travellers Choice
Os vencedores do prêmio Travellers’ Choice estão entre os 10% dos melhores perfis no Tripadvisor.2021Prêmio Travellers Choice
Os vencedores do prêmio Travellers’ Choice estão entre os 10% dos melhores perfis no Tripadvisor.2022Prêmio Travellers Choice
Os vencedores do prêmio Travellers’ Choice estão entre os 10% dos melhores perfis no Tripadvisor.2023Prêmio Travellers Choice
Os vencedores do prêmio Travellers’ Choice estão entre os 10% dos melhores perfis no Tripadvisor.2023Lei Paulo Gustavo - Municipal
Produção de Curta Metragem2023Lei Paulo Gustavo - Municipal
Reconhecimento a Grupos de Arte e Cultura de Campos do Jordão2023Lei Paulo Gustavo - Estadual
Apoio à melhorias no Museu da Lã2023Prêmio Nacional do Turismo
1º lugar na categoria Economia Criativa e Produção Associada ao Turismo
O vídeo ao lado resgata as lembranças dos envolvidos na ideia da criação das Mãostiqueiras.

























